Uma segunda chance para Lily e Leo

Pós adoção da Lily e Leo – esses dois tigrinhos, resgatados ainda bebês de uma favela, foram doados e devolvidos dois meses após (ficaram bem tristinhos!).

A Alessandra nos procurou interessada na Summer e Lina (mas já tinham sido adotadas pela Gabriela), então, falamos deles.

Ficou com muita pena por terem sido devolvidos de forma brusca e decidiu dar um lar para os dois, desta vez para sempre. Está muito feliz com eles e teve paciência e carinho o bastante para passar para os dois tranquilidade e confiança.

Ela relata em duas etapas: 

1)”Os gatinhos ficaram assustados nas primeiras horas, e aos poucos, com muito cafuné e conversa, foram saindo dos esconderijos, e explorando o apartamento. Estão medrosos, mas agora parecem bem tranquilos. Comeram ração (Gran Plus para filhotes), beberam água e já encontraram o “pipiroom”; vi a Lily fazendo xixi, o Leo não vi fazendo. Estão brincando juntos, uma fofura! “

2) Ontem meu irmão Rodrigo me ajudou muito, ficamos bastante tempo dando atenção a eles, e carinho, para que se sentissem seguros para explorar a nova casa deles 🙂 Eu costumava conversar muito com a Nina, e com eles vai ser a mesma coisa rs …Eles foram para a cama quando eu fui dormir, não esperava que nossa relação avançasse tão rápido, fico muito feliz que eles se sentiram acolhidos. Não demorou muito o cochilo deles, e logo foram brincar na sala; Leo ficava miando, imagino eu que ele está chamando a Lily. Quando um faz uma coisa, por exemplo, pular em cima da cadeira, o outro também quer fazer, quer ir no mesmo lugar, é engraçadinho demais! Muito gostoso de ver! Obrigada!”

O relato da Alessandra mostra detalhes importantes:  o bichinho chega assustado, com medo do novo, necessidade de carinho e atenção pra deixá-los a vontade pra sair do “casulo” e explorar o novo ambiente, sem ansiedade, respeitando o seu ritmo.   E, depois, se sentirem seguros pra comer, beber e fazer xixi e cocô. Outro detalhe é a necessidade de o adotante dar vermífugo, monitorar e tratar (se for o caso) as pulgas porque os animais em lar temporário ficam juntos com vários outros e nem sempre é fácil evitar que sejam contaminados. O que mais nos alegra é ver cada vez mais gente sensível e bem informada, dando chance a animais já adultos e mostrando amor e paciência para adaptá-los.

As fotos mostram os dois bem tranquilos, amados no aconchego do novo lar.

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